"And now you've grown up
With this notion that you were to blame
And you seem so strong sometimes
But I know that you still feel the same
As that little girl who shined like an angel
Even after his lazy heart put you through hell."
Sinto ciúmes de quem pode passar o dia inteiro com você. De quem está andando na rua e de repente cruza contigo por acaso. Ciúmes de quando sei que está fazendo outra coisa que não seja me dar atenção. De ver teu sorriso sendo causado por outro alguém que não seja eu. Ás vezes penso que sou louca por te querer tanto assim. Por querer que cada partícula do teu corpo, cada ato teu, cada detalhe… Seja meu.
É quando a gente está junto com um monte de gente, que percebemos o quanto sentimos falta de alguém. E dói, porque você sabe que não vai ter quem substitua. E você sente falta. E a vontade de chorar vem. E você só pode respirar fundo e segurar as lágrimas, para não perceberem o quanto fraco você é.
É chatinho, né? Quando uma pessoa entra na tua vida, faz você se acostumar a falar com ela todos os dias, te vicia na presença dela, te faz gostar das manias dela, do jeito dela, e depois… Some, desaparece. Aí tu tem que agir como se não ligasse. Mas você liga, mesmo assim.
Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar… Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado.Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.
É bom poder contar com coisas simples. Uma delas é ter pra quem contar como foi o dia. Pedir um palpite num projeto importante. Pedir um abraço quando o mundo está chato. Encostar a cabeça no ombro e não dizer nada, apenas ouvir o som do vento lá fora. Rir de besteira. Ficar de mãos entrelaçadas assistindo televisão. Encostar o pé no pé do outro, na cama, vendo “House”. Ganhar café da manhã na cama. Aprender a rir das pequenas discussões que acontecem em qualquer relacionamento. Entender que a gente não deve guardar mágoa, pois toda mágoa vira um rancor chato colado no peito.
Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri. Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim não falte.
Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.